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Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Fonte: Destaques Empresariais
Link: http://destaques-empresariais.net/2016/02/03/o-que-fazer-para-enfrentar-a-crise/
Crise de confiança, dólar em alta, juros disparando, crédito restrito, aumento de impostos, vendas em queda livre…
O cenário não é nada animador para o empresário. Porém, pensando na continuidade do negócio, várias alternativas devem ser analisadas pelos empreendedores:
– redução do capital de giro (como redução de estoques);
– venda de ativos (liquidação de estoques, venda de imóvel ocioso);
– descontos e promoções comerciais (tendo cuidado, porém, de não descapitalizar a empresa por venda com prejuízos);
– adequação do quadro funcional (colaboradores diretos e terceirizados) à efetiva realidade dos negócios;
– fechamento, venda ou redução de filiais (especialmente aquelas que geram prejuízo constante);
– renegociações ou escalonamento de dívidas (bancárias, tributárias e comerciais);
– planejamento tributário, visando redução da carga fiscal e recuperação de créditos fiscais.
O Que Fazer para Enfrentar a Crise?
Crise de confiança, dólar em alta, juros disparando, crédito restrito, aumento de impostos, vendas em queda livre…Fonte: Destaques Empresariais
Link: http://destaques-empresariais.net/2016/02/03/o-que-fazer-para-enfrentar-a-crise/
Crise de confiança, dólar em alta, juros disparando, crédito restrito, aumento de impostos, vendas em queda livre…
O cenário não é nada animador para o empresário. Porém, pensando na continuidade do negócio, várias alternativas devem ser analisadas pelos empreendedores:
– redução do capital de giro (como redução de estoques);
– venda de ativos (liquidação de estoques, venda de imóvel ocioso);
– descontos e promoções comerciais (tendo cuidado, porém, de não descapitalizar a empresa por venda com prejuízos);
– adequação do quadro funcional (colaboradores diretos e terceirizados) à efetiva realidade dos negócios;
– fechamento, venda ou redução de filiais (especialmente aquelas que geram prejuízo constante);
– renegociações ou escalonamento de dívidas (bancárias, tributárias e comerciais);
– planejamento tributário, visando redução da carga fiscal e recuperação de créditos fiscais.


