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Segunda-feira, 13 de maio de 2013

Empresas, você e carreiras!

Dentro dos processos de negócios precisamos dominar os conhecimentos que nos conduzam a liderança do que fazemos

Sérgio Dal Sasso

 

A vida e a rotina dentro de uma organização fazem com que nos afastemos gradativamente do conhecimento dos detalhes e sua aplicabilidade, simplesmente porque achamos que o dominado já está acumulado e que dessa forma basta-nos garantir metas, sem que possamos compartilhar dentro das melhorias.

Por estas razões ainda deve-se ter muito respeito à combinações de velhos ditados, tais como, quanto mais alto o lugar maior poderá ser o tombo e quem está com pressa pode acabar comendo cru. Traduzindo a sabedoria popular, quedas diretas estão relacionadas à precipitação ou eliminação das grades de proteção geradas por conceitos pessoais do tipo eu faço a minha parte e isso só, já basta.

Dentro dos processos de negócios precisamos dominar os conhecimentos que nos conduzam a liderança do que fazemos, pois sendo proprietário ou colaborador, estaremos sempre pela a dependência do que os outros vão nos avaliar como importante ou não, pois gente talentosa existe aos quilos, mas para reconhecê-las e ser reconhecido dependemos da forma do como você irá usá-las, oferecendo e ofertando oportunidades que gerem auto reconhecimento da sua importância e perspectivas de melhorias pelo crescimento intelectual e funcional.

Lembre-se sempre que a organização deve andar ao lado e nunca abaixo de você, e para que isso ocorra o esforço terá que ser permanente e voltado à arte de participar envolvendo. Antes das equações isoladas devemos provocar perguntas, respostas e interesses por todos ligados ao negócio, formando consistência para definir conjuntos equilibrados e transparentes que garantam as possibilidades de crescimento da organização junto com o seu grupo.

Quando organizamos nossas atividades devemos apoiar as escaladas criando bases para que a sustentabilidade possa afastar-nos dos riscos, que sempre existirão, mas que poderão serem reversíveis quando desenvolvemos e treinamos com uso de ferramentas que identifiquem falhas, solucionando-as antes do caos e assim adquirindo competência para que os ajustes ocorram sem a perda dos rumos, evitando retornos ao inicio.

Desta forma vale fortalecer dois fatores para garantir o continuísmo progressivo dos processos, carreiras, empresas e suas relações. O primeiro é não aplicar a teoria da centralização, que normalmente acaba por criar um mundo para que gire em torno de si próprio e o segundo é evitar o teorema do descaso, achando que o tempo e o sucesso reservou-lhe um trono para um comando vitalício, resumindo seu precioso tempo para o exercício da assinatura frente aos compromissos dos fluxos operacionais.

Fonte: Administradores.com